Domingo XXX do Tempo Comum | Ano C

Antífona de Entrada
Salmo Responsorial
Antífona de Comunhão
Antífona de Entrada

Alegre-se o coração dos que procuram o Senhor.
Buscai o Senhor e o seu poder, procurai sempre a sua face.
“Sl 104, 3-4”

Alegre-se o coraçãoF. Lapa (BML, 145-146)
Alegre-se o coraçãoM. Simões (CEC II, p. 134-135 | ENPL, X)
Alegre-se o coraçãoJ. A. Nunes (OCL)
Alegre-se o coraçãoAr. Oliveira (IAC, p. 57)
Alegre-se o coraçãoM. Carneiro (CVM, p. 26)
Leitura I

Sir 35, 15b-17.20-22a (gr. 12-14.16-18)

«A oração do humilde atravessa as nuvens»

Deus é a própria Verdade; diante d’Ele o homem deve agir com toda a verdade, sob pena de não ser acolhido por Ele. A oração deve ser o momento mais verdadeiro diante de Deus. E a oração humilde será sempre escutada por Deus.


Leitura do Livro de Ben-Sirá

O Senhor é um juiz que não faz acepção de pessoas. Não favorece ninguém em prejuízo do pobre e atende a prece do oprimido. Não despreza a súplica do órfão, nem os gemidos da viúva. Quem adora a Deus será bem acolhido e a sua prece sobe até às nuvens. A oração do humilde atravessa as nuvens e não descansa enquanto não chega ao seu destino. Não desiste, até que o Altíssimo o atenda, para estabelecer o direito dos justos e fazer justiça.

Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Salmo 33 (34), 2-3.17-18.19.23 (R. 7a)

O pobre clamou e o Senhor ouviu a sua voz. 
Ou: O Senhor ouviu o clamor do pobre. 

A toda a hora bendirei o Senhor,
o seu louvor estará sempre na minha boca.
A minha alma gloria-se no Senhor:
escutem e alegrem-se os humildes.

A face do Senhor volta-se contra os que fazem o mal,
para apagar da terra a sua memória.
Os justos clamaram e o Senhor os ouviu,
livrou-os de todas as angústias.

O Senhor está perto dos que têm o coração atribulado
e salva os de ânimo abatido.
O Senhor defende a vida dos seus servos,
não serão castigados os que n’Ele confiam.
 

O pobre clamou, o Senhor o ouviuM. Luís (SRML)
O pobre clamou, o Senhor o ouviuAz. Oliveira (SRAO C, p. 164-165)
O pobre clamou, o Senhor o ouviuM. Carneiro (SRMC C, p. 140-141)
Leitura II

2 Tim 4, 6-8.16-18
«Já me está preparada a coroa da justiça»
A leitura faz-nos escutar a última mensagem de S. Paulo antes de sofrer o martírio: abandonado dos homens, ele sente-se plenamente confiante na justiça de Deus que nunca o abandonou nem abandonará.

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo S. Paulo a Timóteo
Caríssimo: Eu já estou oferecido em libação e o tempo da minha partida está iminente. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. E agora já me está preparada a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me há-de dar naquele dia; e não só a mim, mas a todos aqueles que tiverem esperado com amor a sua vinda. Na minha primeira defesa, ninguém esteve a meu lado: todos me abandonaram. Queira Deus que esta falta não lhes seja imputada. O Senhor esteve a meu lado e deu-me força, para que, por meu intermédio, a mensagem do Evangelho fosse plenamente proclamada e todas as nações a ouvissem; e eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará de todo o mal e me dará a salvação no seu reino celeste. Glória a Ele pelos séculos dos séculos. Amen.
Palavra do Senhor.

Aclamação ao Evangelho

V/ Deus estava em Cristo
reconciliando o mundo consigo
e confiou-nos a palavra da reconciliação.

Evangelho

Lc 18, 9-14
«O publicano desceu justificado para sua casa e o fariseu não»
Jesus ensina, por meio de uma parábola, como devemos orar. Este ensinamento não se aplica somente à oração individual, mas também à oração da assembleia litúrgica, onde os sinais de festa hão-de proceder sempre de um coração humilde e consciente do dom de Deus, que comunitariamente celebramos.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’. O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Palavra da salvação.

Antífona de Comunhão

Celebramos, Senhor, a vossa salvação
e glorificamos o vosso santo nome.
(Cf. Sl 19, 6)

Celebramos, Senhor, a Vossa salvaçãoAr. Oliveira (IAC, p.121)
Celebramos, Senhor, o vosso nome glorioso (OC_2, p. 69)

Cristo amou-nos e deu a vida por nós,
oferecendo-Se em sacrifício agradável a Deus.
Ef 5, 2
 

Cristo amou-nosN. Fileno
Cristo amou-nos Ar. Oliveira

[Outras Sugestões]

Quem quiser ser grandeF. Santos (CP II, p.306)
Quem quiser ser grandeM. Luís (ENPL, V p.21 | XXVIII p.81| XXXII p.32| XXXIII p.43| XXXVII p.5)
[BML] Boletim de Música Litúrgica, Serviço Diocesano de Música Litúrgica, Porto.
[CEC II] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1999.
[CP II] Con. António Ferreira dos Santos - Canto Perene, vol. 2, Secretariado Diocesano de Liturgia, Porto, 2003.
[CVM] Pe. Miguel Carneiro - É Cristo que vive em mim: Cânticos para o tempo comum, Paulus Editora, Lisboa, 2011.
[ENPL] Guiões dos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica, Fátima.
[IAC] Pe. Artur Oliveira - In Aeternum Cantabo, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[OC_2] Con. Carlos Silva - Ora Cantando, 2ª edição, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2014.
[OCL] Pró-manuscrito , publicado pelo site O Canto na Liturgia.
[SRAO C] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano C, Música Sacra, Braga, 1991.
[SRMC C] Pe. Miguel Carneiro - Povo do Senhor, exulta e canta: Salmos Responsoriais – Ano C, Paulus Editora, Lisboa, 2009.
[SRML] Pe. Manuel Luís - Salmos Responsoriais e Aclamações ao Evangelho, Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa, Lisboa, 1997.