Domingo II da Páscoa | Ano A

Nota histórica e litúrgica
Antífona de Entrada
Salmo Responsorial
Aclamação ao Evangelho
Apresentação dos Dons
Antífona de Comunhão
Pós-Comunhão
Cântico Final
Domingo da Misericórdia
Nota histórica e litúrgica
  • Domingo da Divina Misericórdia: A 30 de Abril de 2000, o Papa São João Paulo II na homilia da eucaristia em que canonizou a Beata Santa Faustina Kowalska (1905-1938), instituiu este II Domingo da Páscoa como Domingo da Divina Misericórdia. O Papa disse, então, que «(...) É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de "Domingo da Divina Misericórdia". Nas diversas leituras, a liturgia parece traçar o caminho da misericórdia que, enquanto reconstrói a relação de cada um com Deus, suscita também entre os homens novas relações de solidariedade fraterna. Cristo ensinou-nos que "o homem não só recebe e experimenta a misericórdia de Deus, mas é também chamado a "ter misericórdia" para com os demais. (...)»
Antífona de Entrada

Como crianças recém-nascidas, desejai o leite espiritual,
que vos fará crescer e progredir no caminho da salvação. Aleluia. 
(1Pd 2, 2)

Exultai de alegria, cantai hinos de glória.
Dai graças a Deus, que vos chamou ao reino eterno. Aleluia. 
(4Esd 2, 36-37)
 

Exultai de alegriaAz. Oliveira (CSS, C - 14)
Exultai de alegriaAr. Oliveira (IAC, p. 238-239)
Exultai de alegriaM. Carneiro (RBP, p. 153-155)
Exultai de alegriaAr. Oliveira (IAC, p. 237)
Exultai de alegria, cantai hinosF. Silva (IC, p. 294 | NRMS, 97)
  • Por ser a oitava da Páscoa, nada deve obstar – havendo necessidade – a que se possam fazer, em vez das antífonas de entrada próprias deste Domingo e indicadas acima, uma das antífonas da Missa do Dia de Páscoa:
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteAr. Oliveira (IAC, p. 401)
O Senhor ressuscitouV. Pereira (ELC, p. 26-27)
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteA. Cartageno (CEC I, p. 126 | IC, p. 308 | NRMS, 65)
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteJ. Geada (SDLG)
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteM. Carneiro (RBP, p. 147-149)
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteM. Faria (CEC I, p. 128 | IC, p. 306 | NRMS, 25)
O Senhor ressuscitou verdadeiramenteI. Rodrigues
O Senhor ressuscitou verdadeiramente IIF. Santos (BML, 119-120)
O Senhor ressuscitou verdadeiramente IIIF. Santos (BML, 75 | CEC I, p. 129)

[Outras Sugestões]

Eis o dia que o Senhor fezJ. Santos (CEC I, p. 131-132 | IC, p. 291-292 | NRMS, 17)
O Senhor ressuscitou e fez brilharM. Luís (CAC, p. 288 | IC, p. 307 | NCT, 176 | NRMS, 32 | CN, 742 | BS, p. 260)
Porque buscais entre os mortosAr. Oliveira (IAC, p. 444)
Leitura I

Atos 2, 42-47
«Todos os que haviam abraçado a fé
viviam unidos e tinham tudo em comum»

No Tempo Pascal a primeira leitura é sempre tirada dos Actos dos Apóstolos, o livro da história dos primeiros dias da Igreja. A passagem que hoje se lê conta precisamente o ambiente em que vivia a primeira comunidade cristã de Jerusalém. Essa comunidade ficará para sempre o tipo exemplar de todas as comunidades cristãs, mesmo que as circunstâncias venham a ser muito diferentes: eles eram unidos na fé, na vida de caridade até à comunhão de bens e nas celebrações, em que, ao lado da Palavra, tinha lugar a “fracção do pão”, isto é, a Eucaristia.

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fracção do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Salmo 117 (118), 2-4.13-15.22-24 (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.

Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom:
o seu amor é para sempre. 

Ou: Aleluia.
 


Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia. 
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.

Empurraram-me para cair,
mas o Senhor me amparou.
O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória,
foi Ele o meu Salvador.
Gritos de júbilo e de vitória nas tendas dos justos:
a mão do Senhor fez prodígios.

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria.

Aclamai o SenhorF. Silva (NCT, 206 | CPM, 1984)
Aclamai o Senhor porque Ele é bomAz. Oliveira (SRAO A, p. 86-87 | SRAO B, p. 86-87 | SRAO C, p. 86-87)
Aclamai o Senhor porque Ele é bomM. Carneiro (RBP, p. 214-215 | SRMC A, p. 64-65 | SRMC B, p. 66-67 | SRMC C, p. 66-67)
Aclamai o Senhor porque Ele é bomM. Luís (SRML, p. 200-201 | LS-C, p. 145)
Aclamai o Senhor porque Ele é bomJ. J. Ribeiro (LS-C, p. 143)
Dai graças ao SenhorAr. Oliveira (IAC, p.146)
Dai graças ao SenhorJ. Davide Barros (OCL)
Dai graças ao SenhorAr. Oliveira (IAC, p. 148 | LS-C, p. 142)
Leituras II

1 Pedro 1, 3-9
«Fez-nos renascer para uma esperança viva
pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos»

A vida que outrora foi vivida pela comunidade de Jerusalém é vivida pelas nossas comunidades de hoje: anima-as a mesma fé e a mesma esperança, e estas fazem-nas viver na mesma alegria e na mesma paz, apesar das provações que sempre as hão-de acompanhar. Como aconteceu com o Senhor, também para nós da morte surgirá a vida.

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, na sua grande misericórdia, nos fez renascer, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança que não se corrompe, nem se mancha, nem desaparece. Esta herança está reservada nos Céus para vós que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que se vai revelar nos últimos tempos. Isto vos enche de alegria, embora vos seja preciso ainda, por pouco tempo, passar por diversas provações, para que a prova a que é submetida a vossa fé – muito mais preciosa que o ouro perecível, que se prova pelo fogo – seja digna de louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo Se manifestar. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, acreditais n’Ele. E isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas.
Palavra do Senhor.
 

Aclamação ao Evangelho

V/ Disse o Senhor a Tomé:
«Porque Me viste, acreditaste;
felizes os que acreditam sem terem visto. (Jo 20, 29)

Aleluia | Diz o Senhor a ToméF. Santos (BML, 11)
Evangelho

Jo 20, 19-31
«Oito dias depois, veio Jesus...»

É de novo Domingo. Jesus volta a aparecer no meio dos seus. Como na aparição de que hoje fala o Evangelho, em cada Missa de domingo Jesus está no meio dos seus discípulos e leva-os à fé n’Ele, ressuscitado. Para isto, mostra-lhes as mãos, os pés e o lado. São os sinais da sua Paixão, e agora da Ressurreição. E tudo isto se passa “oito dias depois”, como para nós acontece em cada oitavo dia, na assembleia de cada domingo. Por isso, o Domingo é o Dia da Ressurreição, primeiro e oitavo ao mesmo tempo, princípio dos dias e já o dia que está para além do tempo, o dia que nos faz participar na vida da eternidade.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
Palavra da salvação.

Apresentação dos Dons
A nossa Páscoa é Cristo imoladoM. Luís (CAC, p. 244-246 | CEC I, p. 143)
A nossa Páscoa imoladaA. Cartageno (CEC I, p. 131-132 | BS, p. 65)
A nossa Páscoa imoladaV. Pereira, J. J. Ribeiro (ELC, p. 33)
A terra tremeuF. Santos (BML, 56)
Aleluia! Eis o dia do SenhorM. Luís (CAC, p. 249)
Aleluia. O filii et filiaeAz. Oliveira (IC, p. 277-278 | NRMS, 109)
Cantai com alegriaF. Santos
Cantai um hino novoF. Santos (BML, 41 | NCT, 191)
Eis a grande PáscoaAz. Oliveira (NRMS, 137)
Glória a Vós, ó Cristo! Aleluia! M. Luís (CAC, p. 271-272)
Inimaginável é o amor do PaiF. Lapa (Libellus, 3)
Já a luz se levantouM. Faria (IC, 298 | NRMS, 9)
Já a luz se levantouA. Cartageno (NRMS, 121 | CN, 546)
Jesus Cristo, crucificado, ressuscitouM. Luís (CAC, p. 275-276)
Jesus está vivoA. Cartageno (NRMS, 137)
Nasceu o Sol da PáscoaM. Luís (IC, p. 301-302 | NCT, 537 | NRMS, 21 | CN, 639)
Nasceu o Sol da PáscoaM. Simões (BML, 46)
Nasceu o Sol da PáscoaJ. Santos (NRMS, 9)
Ó Páscoa gloriosaF. Santos (BML, 36 | NCT, 175)
O Senhor ressuscitou e fez brilharM. Luís (CAC, p. 288 | IC, p. 307 | NCT, 176 | NRMS, 32 | CN, 742 | BS, p. 260)
Oh! Nova PáscoaF. Santos (BML, 115 | CEC I, p. 119-120)
Antífona de Comunhão

Disse Jesus a Tomé:
Aproxima a tua mão e reconhece o lugar dos cravos.
Não sejas incrédulo, mas fiel. Aleluia.
(Cf. Jo 20, 27)

Aproxima a tua mãoF. Santos (BML, 66 | CN, 214)
Disse o Senhor a ToméD. Faustino
Diz o Senhor a ToméAr. Oliveira
Não sejas incrédulo mas fielM. Carneiro (RBP, p. 156-158)

[Outras Sugestões]

A nossa Páscoa é Cristo imoladoM. Luís (CAC, p. 244-246 | CEC I, p. 143)
A nossa Páscoa imoladaA. Cartageno (CEC I, p. 131-132 | BS, p. 65)
A nossa Páscoa imoladaV. Pereira, J. J. Ribeiro (ELC, p. 33)
Às Bodas do CordeiroM. Luís (CAC, p. 259 | NCT, 166)
Às Bodas do Cordeiro J. J. Ribeiro (SDLP)
Grande HallelF. Lapa (OCL)
O Teu CorpoF. Santos (BML, 24)
Oh! Nova PáscoaF. Santos (BML, 115 | CEC I, p. 119-120)
Porque me vês, acreditasAz. Oliveira (IC, p. 310 | NRMS, 97)
Ressuscitou o SenhorAr. Oliveira
Sempre que comemos o PãoF. Santos (BML, 12 | NCT, 198 | CN, 904)
Pós-Comunhão
Aleluia! Louvor a Vós, ó CristoM. Luís (CAC, p. 250-251 | CN, 203)
Aleluia! Vitória, glória e poderM. Luís (CAC, p. 253-254)
Com Jesus ressuscitadoM. Carneiro (NRMS, 137)
Foi removida a pedraA. Cartageno (NRMS, 121)
Glória a Vós, ó Cristo! Aleluia! M. Luís (CAC, p. 271-272)
Inimaginável é o amor do PaiF. Lapa (Libellus, 3)
Ó grande alegriaG. F. Haendel (CT, 349)
O Senhor ressuscitou e fez brilharM. Luís (CAC, p. 288 | IC, p. 307 | NCT, 176 | NRMS, 32 | CN, 742 | BS, p. 260)
Ressuscitou Jesus SalvadorB. Sousa (BML, 2 | CLMS)
Ressuscitou para a nossa vidaF. Santos (BML, 2)
Cântico Final
Aleluia. O filii et filiaeAz. Oliveira (IC, p. 277-278 | NRMS, 109)
Cantai com alegriaF. Santos
Cantai um hino novoF. Santos (BML, 41 | NCT, 191)
Com Jesus ressuscitadoM. Carneiro (NRMS, 137)
Cristo ressuscitouM. Luís (CAC, p. 264-265 | CN, 324)
Cristo RessuscitouJ. Santos (IC, p. 275-276 | NRMS, 2)
Glória a Vós, ó Cristo! Aleluia! M. Luís (CAC, p. 271-272)
Na sua dor os homens encontraramM. Luís (NCT, 173)
Na sua dor os homens encontraramF. Santos (BML, 31)
Na sua dor os homens encontraramA. Cartageno (NCT, 200 | CN, 864)
Ressuscitou Jesus SalvadorB. Sousa (BML, 2 | CLMS)
Ressuscitou para a nossa vidaF. Santos (BML, 2)
Vencida foi a morteJ. S. Bach (IC, p. 315 | NRMS, 57)

Nota: Outra possibilidade para o final é o uso da Antífona Mariana para o Tempo Pascal, Regina Caeli:

Alegrai-Vos, Mãe de JesusA. Cartageno (ENPL, XXIX)
Rainha dos Céus, alegrai-vosF. Silva (IC, p. 311 | NRMS, 17)
Rainha dos Céus, alegrai-vosM. Simões (IC, p. 312 | NRMS, 37)
Regina CaeliC. Gregroriano (NCT, 205 | CN, 857)
Regina CaeliG. Aichinger
Regina CaeliJ. R. Esteves
Regina CoeliM. Faria (RAM, 2)
Regina CoeliM. Faria, A. Desconhecido
Regina CoeliB. Salgado (LMD, p. 14)
Domingo da Misericórdia

Por se celebrar o Domingo da Misericórdia, na Ação de Graças ou na Apresentação dos Dons poderá cantar-se um cântico alusivo à misericórdia:

Cantarei eternamenteM. Luís (SRML, p. 130-131 | LS-A, p. 197)
Cantarei eternamenteAz. Oliveira (CSS, B - 18)
Cantarei eternamente as misericórdiasF. Santos (BML, 70 | CEC I, p. 120 | CN, 288)
Cantarei eternamente as misericórdiasA. Morais (SDLG)
Cantarei eternamente as misericórdiasJ. Geada (SDLG)
Cantarei eternamente as misericórdiasM. Geada (SDLG)
Cantarei eternamente as misericórdiasR. Ramos
Cantarei eternamente as misericórdiasP. Johansson (OCL)
Cantarei eternamente as misericórdias do SenhorM. Carneiro (SRMC A, p.104-105)
Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor [SR]F. Santos (BML, 70)
Felizes os misericordiososD. Faustino
Lembrai-vos, Senhor, da vossa misericórdiaAz. Oliveira (CN, p. 141)
Misericordias DominiHenryk Jan Botor
Proclamemos a misericórdiaF. Silva (BML, 54 | CEC II, p. 29)
Sede misericordiososF. Santos (CP II, p. 142)
Sede misericordiososAr. Oliveira (IAC, p. 497)
[BML] Boletim de Música Litúrgica, Serviço Diocesano de Música Litúrgica, Porto.
[BS] António Cartageno - Bendizei o Senhor, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[CAC] Pe. Manuel Luís - Cânticos da Assembleia Cristã, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2006.
[CEC I] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 1, 3.ª ed, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2007.
[CEC II] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1999.
[CLMS] D. Celestino Borges de Sousa - Cânticos Litúrgicos, Mosteiro de Singeverga.
[CN] Cantoral Nacional para Liturgia, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2019..
[CP II] Con. António Ferreira dos Santos - Canto Perene, vol. 2, Secretariado Diocesano de Liturgia, Porto, 2003.
[CPM] Pe. José Fernandes da Silva - Cânticos para Missa, Edição do autor.
[CSS] Pe. António Azevedo de Oliveira - Cantai Salmos ao Senhor - Salmos Responsoriais, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2019..
[CT] Cantemos Todos, 11.ª ed, Editorial Missões, Cucujães, 1982.
[ELC] Vitor Pereira (arranjos de José Joaquim Ribeiro) - Esta Luz de Cristo, Cânticos para a Liturgia, Paulinas Editora.
[ENPL] Guiões dos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica, Fátima.
[IAC] Pe. Artur Oliveira - In Aeternum Cantabo, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[IC] A Igreja Canta, 2.ª ed, Comissão Bracarense de Música Sacra, 2005.
[Libellus] Libellus - Revista de Música Sacra, Libellus Usualis - Divulgação de Música Sacra.
[LMD] Benjamim Salgado - Louvores à Mãe de Deus - Cânticos para as Devoções Marianos, Braga, 1970.
[LS-A] Secretariado Nacional de Liturgia - Livro do Salmista - Ano C, Fátima, 2022.
[LS-C] Livro do Salmista - Ano C, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[NCT] Novo Cantemos Todos, Editorial Missões, Cucujães,1990.
[NRMS] Nova Revista de Música Sacra, Comissão Bracarense de Música Sacra, Braga.
[OCL] Pró-manuscrito , publicado pelo site O Canto na Liturgia.
[RAM] Revista da Academia Martiniana, Coimbra.
[RBP] Pe. Miguel Carneiro - Ressuscitou o Bom Pastor, Paulus Editora, Lisboa, 2007.
[SDLG] Secretariado Diocesano de Liturgia da Guarda, -.
[SDLP] Secretariado Diocesano de Liturgia do Porto, .
[SRAO A] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano A, Música Sacra, Braga, 1989.
[SRAO B] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano B, Música Sacra, Braga, 1990.
[SRAO C] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano C, Música Sacra, Braga, 1991.
[SRMC A] Pe. Miguel Carneiro - Eu Vos Louvarei, Senhor: Salmos Responsoriais – Ano A, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC B] Pe. Miguel Carneiro - Deus fez maravilhas: Salmos Responsoriais – Ano B, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC C] Pe. Miguel Carneiro - Povo do Senhor, exulta e canta: Salmos Responsoriais – Ano C, Paulus Editora, Lisboa, 2009.
[SRML] Pe. Manuel Luís - Salmos Responsoriais e Aclamações ao Evangelho, Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa, Lisboa, 1997.