Domingo XVIII do Tempo Comum | Ano A

Antífona de Entrada
Salmo Responsorial
Comunhão
Antífona de Entrada

Salmo 69

Deus, vinde em meu auxílio,

Senhor, socorrei-me e salvai-me.

Sois o meu libertador e o meu refúgio: não tardeis, Senhor.

Deus vem em meu auxílioAr. Oliveira (IAC, p. 164)
Deus, vinde em meu auxílioF. Silva (CEC II, p. 88 | IC, p. 75 | NCT, 87 | NRMS, 53)
Deus, vinde em meu auxílioA. Morais (SDLG)
Vinde, Senhor, vinde em meu auxílioA. Cartageno (CEC II, p. 89 | ENPL, XXXVII | IC, p. 595 | NRMS, 90-91 | CN, 1010)
Leitura I

Is 55, 1-3

«Vinde e comei»

O alimento e a bebida, com que se sustenta a nossa vida, são para nós coisas tão fundamentais que Deus se serve delas para nos fazer sentir a fome e a sede d’Ele. Mais do que o pão para o corpo, temos necessidade do alimento do espírito. Deus oferece-no-lo de maneira gratuita e quase nos obriga a aceitá-lo, para que se torne cada vez mais forte e segura a aliança connosco.


Leitura do Livro de Isaías

Eis o que diz o Senhor: «Todos vós que tendes sede, vinde à nascente das águas. Vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei. Vinde e comprai, sem dinheiro e sem despesa, vinho e leite. Porque gastais o vosso dinheiro naquilo que não alimenta e o vosso trabalho naquilo que não sacia? Ouvi-Me com atenção e comereis o que é bom; saboreareis manjares suculentos. Prestai-Me ouvidos e vinde a Mim; escutai-Me e vivereis. Firmarei convosco uma aliança eterna, com as graças prometidas a David.

Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Salmo 144 (145), 8-9.15-16.17-18 (R. cf. 16)


Abris, Senhor, as vossas mãos

e saciais a nossa fome.


O Senhor é clemente e compassivo,

paciente e cheio de bondade.

O Senhor é bom para com todos

e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.


Todos têm os olhos postos em Vós

e a seu tempo lhes dais o alimento.

Abris as vossas mãos

e todos saciais generosamente.


O Senhor é justo em todos os seus caminhos

e perfeito em todas as suas obras.

O Senhor está perto de quantos O invocam,

de quantos O invocam em verdade.

Abris, Senhor, as vossas mãosF. Silva (CPM, 1984)
Abris, Senhor, as vossas mãosAz. Oliveira (SRAO A, p. 140-141)
Abris, Senhor, as vossas mãosM. Carneiro (SRMC A, p. 114-115 | SRMC B, p. 114-115)
Vós abris, SenhorC. Silva (OC, p. 274 | LS-A, p. 212)
Vós abris, Senhor, a vossa mãoM. Luís (SRML, p. 42-143 | LS-A, p. 213)
Leitura II

Rom 8, 35.37-39

«Nenhuma criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que se manifestou em Jesus Cristo»

Depois de ter apresentado, nos domingos anteriores, a verdadeira situação do homem que vive animado pelo espírito de Cristo, S. Paulo termina hoje este capítulo com um hino ao amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, amor que em nós provoca uma resposta de amor, que nada poderá vencer.


Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos

Irmãos: Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo ou a espada? Mas em tudo isto somos vencedores, graças Àquele que nos amou. Na verdade, eu estou certo de que nem a morte nem a vida, nem os Anjos nem os Principados, nem o presente nem o futuro, nem as Potestades nem a altura nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que se manifestou em Cristo Jesus, Nosso Senhor.

Palavra do Senhor.

Aclamação ao Evangelho

Mt 4, 4b

Nem só de pão vive o homem,

mas de toda a palavra que sai da boca de Deu

Evangelho

Mt 14, 13-21

«Todos comeram e ficaram saciados»

A multiplicação dos pães, ao cair da tarde, para a multidão que segue Jesus, no deserto, é-nos contada pelo evangelista à maneira da própria celebração da Eucaristia. É na celebração desta que o Senhor, pelo ministério dos sucessores dos Apóstolos, alimenta o seu povo e o fortalece na travessia do deserto desta vida, o sacia desde já com o alimento celeste, como fez outrora com o maná ao povo de Israel, quando este, no deserto também, caminhava para a Terra Prometida.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Batistatinha sido morto, retirou-Se num barco para um local deserto e afastado. Mas logo que as multidões o souberam, deixando as suas cidades, seguiram-n’O por terra. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e, cheio de compaixão, curou os seus doentes. Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Este local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento». Mas Jesus respondeu-lhes: «Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer». Disseram-Lhe eles: «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes». Disse Jesus: «Trazei-mos cá». Ordenou então à multidão que se sentasse na relva. Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção. Depois partiu os pães e deu-os aos discípulos e os discípulos deram-nos à multidão. Todos comeram e ficaram saciados. E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

Palavra da salvação.

Comunhão

Sb 16, 20

Saciastes o vosso povo com o pão dos anjos,

destes-nos, Senhor, o pão do céu.

Abriu o Senhor as portas do CéuAz. Oliveira (ENPL, XXVIII | NRMS, 119)
O Senhor abriu as portas do CéuF. Silva (IC, p. 502-503 | NRMS, 106)
Saciastes o vosso povoF. Silva (CEC II, p. 90-91 | IC, p. 546 | NRMS, 90-91)

cf. Jo 6, 35

Eu sou o pão da vida, diz o Senhor.

Quem vem a Mim nunca mais terá fome,

quem crê em Mim nunca mais terá sede.

Eu sou o pão da vidaM. Luís (CAC, p. 393 | CEC II, p. 93 | NCT, 261)
Eu sou o pão da vidaM. Simões (SC I)
Eu sou o pão da vidaB. Sousa (CEC II, p. 20 | NCT, p. 262)
Eu sou o pão da vidaAr. Oliveira (IAC, p. 223)

[Outras Sugestões]

Vós todos os que tendes sedeC. Silva (CEC II, p. 175 | OC, p. 280)
[CAC] Pe. Manuel Luís - Cânticos da Assembleia Cristã, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2006.
[CEC II] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1999.
[CN] Cantoral Nacional para Liturgia, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2019..
[CPM] Pe. José Fernandes da Silva - Cânticos para Missa, Edição do autor.
[ENPL] Guiões dos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica, Fátima.
[IAC] Pe. Artur Oliveira - In Aeternum Cantabo, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[IC] A Igreja Canta, 2.ª ed, Comissão Bracarense de Música Sacra, 2005.
[LS-A] Secretariado Nacional de Liturgia - Livro do Salmista - Ano C, Fátima, 2022.
[NCT] Novo Cantemos Todos, Editorial Missões, Cucujães,1990.
[NRMS] Nova Revista de Música Sacra, Comissão Bracarense de Música Sacra, Braga.
[OC] Con. Carlos da Silva - Orar Cantando, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2001.
[SC I] Pe. Manuel Simões - Salmos e Cânticos, vol. 1, Instituto Nun’Alvres, Caldas da Saúde, 1970.
[SDLG] Secretariado Diocesano de Liturgia da Guarda, -.
[SRAO A] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano A, Música Sacra, Braga, 1989.
[SRMC A] Pe. Miguel Carneiro - Eu Vos Louvarei, Senhor: Salmos Responsoriais – Ano A, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC B] Pe. Miguel Carneiro - Deus fez maravilhas: Salmos Responsoriais – Ano B, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRML] Pe. Manuel Luís - Salmos Responsoriais e Aclamações ao Evangelho, Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa, Lisboa, 1997.