Domingo XIII do Tempo Comum | Ano B
Antífona de Entrada
Salmo Responsorial
Comunhão
Antífona de Entrada

"Louvai o Senhor, povos de toda a terra,
aclamai a Deus com brados de alegria."
(cf. Salmo 46, 2)

• Louvai, louvai o Senhor – F. Silva (CEC II, p. 60-62 | IC, p. 322-323 | NRMS, 85)
• Louvai o Senhor, povos de toda a terra – A. Cartageno (CEC II, p. 63-64)
• Louvai o Senhor, povos de toda a terra – F. Santos (BML, 66-67 | CEC II, p. 62-63)
• Louvai o Senhor, povos de toda a terra – F. Silva (IC, p. 469 | NRMS, 73-74)
• Louvai o Senhor, povos de toda a terra – S. Marques (IC, p. 470 | NRMS, 90-91)
• Louvai o Senhor, povos de toda a terra – Ar. Oliveira (IAC, p. 305)

[Outras Sugestões]

• Povos todos, vinde com júbilo – M. Luís (CEC II, p. 65-66)
• Povos, batei palmas – C. Silva (CEC II, p. 64-65 | OC, p. 212)
Leitura I

I Sab 1, 13-15; 2, 23-24 
«Foi pela inveja do demónio que a morte entrou no mundo» 
O Evangelho fala-nos hoje da ressurreição. Desde esta primeira leitura, a palavra de Deus procura esclarecer-nos sobre o sentido da morte: ela não é, de maneira nenhuma, um objectivo na obra da criação. Deus tudo criou para a vida. A morte é um obstáculo interposto à vida, como o é o pecado, com que o homem se opõe à realização do plano de graça do Senhor. Mas, do pecado e da morte, Jesus Cristo nos salvou. 

Leitura do Livro da Sabedoria 
Não foi Deus quem fez a morte, nem Ele Se alegra com a perdição dos vivos. Pela criação deu o ser a todas as coisas, e o que nasce no mundo destina-se ao bem. Em nada existe o veneno que mata, nem o poder da morte reina sobre a terra, porque a justiça é imortal. Deus criou o homem para ser incorruptível e fê-lo à imagem da sua própria natureza. Foi pela inveja do Diabo que a morte entrou no mundo, e experimentam-na aqueles que lhe pertencem. 
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Salmo 29 (30), 2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a) 

Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes.

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes 
e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos. 
Tirastes a minha alma da mansão dos mortos, 
vivificastes-me para não descer ao túmulo. 

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis, 
e dai graças ao seu nome santo. 
A sua ira dura apenas um momento 
e a sua benevolência a vida inteira. 
Ao cair da noite vêm as lágrimas 
e ao amanhecer volta a alegria.  

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim, 
Senhor, sede Vós o meu auxílio. 
Vós convertestes em júbilo o meu pranto: 
Senhor meu Deus, eu Vos louvarei eternamente. 

• Eu Vos glorifico, Senhor – Az. Oliveira (SRAO A, p. 70-71 | SRAO B, p. 70-71 | SRAO C, p. 70-71)
• Eu Vos glorifico, Senhor – F. Santos (BML, 41 | NCT, 152)
• Eu Vos glorifico, Senhor – M. Luís (SRML, p. 70-71)
• Eu Vos louvarei, Senhor – Az. Oliveira (SRAO B, p. 130-131 | SRAO C, p. 124-125)
• Eu Vos louvarei, Senhor – M. Carneiro (RBP, p. 134-135 | SRMC A, p. 54-55 | SRMC B, p. 56-57 | SRMC C, p. 56-57)
• Eu Vos louvarei, Senhor – Ar. Oliveira (IAC, p. 234)
Leitura II

2 Cor 8, 7.9.13-15 
«Aliviai com a vossa abundância a indigência dos irmãos pobres» 
S. Paulo está procurando angariar fundos, na comunidade de Corinto, para socorrer a comunidade muito pobre de Jerusalém. Procura, para isso, fazer compreender aos cristãos que esta troca de bens materiais vem, por um lado, estabelecer a igualdade entre todos, e, por outro, proporcionar-lhes ocasião de se mostrarem generosos, eles que foram tão enriquecidos à custa da pobreza que o Senhor quis suportar por todos nós. 

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios 
Irmãos: Já que sobressaís em tudo – na fé, na eloquência, na ciência, em toda a espécie de atenções e na caridade que vos ensinámos – deveis também sobressair nesta obra de generosidade. Conheceis a generosidade de Nosso Senhor Jesus Cristo: Ele, que era rico, fez-Se pobre por vossa causa, para vos enriquecer pela sua pobreza. Não se trata de vos sobrecarregar para aliviar os outros, mas sim de procurar a igualdade. Nas circunstâncias presentes, aliviai com a vossa abundância a sua indigência para que um dia eles aliviem a vossa indigência com a sua abundância. E assim haverá igualdade, como está escrito: «A quem tinha colhido muito não sobrou e a quem tinha colhido pouco não faltou». 
Palavra do Senhor. 
 

Aclamação ao Evangelho

V/
Jesus Cristo, nosso Salvador, destruiu a morte 
e fez brilhar a vida por meio do Evangelho. 

Evangelho

EVANGELHO – Forma longa Mc 5, 21-43
«Menina, Eu te ordeno: Levanta-te» 

Dois milagres, em que Jesus Se manifesta o Senhor da vida. Mais de uma vez, Ele próprio Se definiu como sendo a Vida. É assim, porque é o Filho de Deus. Fazendo-Se homem, a sua humanidade é agora o instrumento, bem próximo de nós, da sua divindade, de sorte que aproximar-se d’Ele é aproximar-se da Vida, como o pôde experimentar a mulher doente e a filha de Jairo, que morrera. É pela fé que nos podemos aproximar de Jesus, fé que, nos sacramentos, nos leva a ver o prolongamento dos gestos do Senhor no meio dos homens. 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos 
Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado de barco para a outra margem do lago, reuniu-se uma grande multidão à sua volta, e Ele deteve-se à beira-mar. Chegou então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Ao ver Jesus, caiu a seus pés e suplicou-Lhe com insistência: «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus foi com ele, seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. Ora, certa mulher que tinha um fluxo de sangue havia doze anos, que sofrera muito nas mãos de vários médicos e gastara todos os seus bens, sem ter obtido qualquer resultado, antes piorava cada vez mais, tendo ouvido falar de Jesus, veio por entre a multidão e tocou-Lhe por detrás no manto, dizendo consigo: «Se eu, ao menos, tocar nas suas vestes, ficarei curada». No mesmo instante estancou o fluxo de sangue e sentiu no seu corpo que estava curada da doença. Jesus notou logo que saíra uma força de Si mesmo. Voltou-Se para a multidão e perguntou: «Quem tocou nas minhas vestes?». Os discípulos responderam-Lhe: «Vês a multidão que Te aperta e perguntas: ‘Quem Me tocou?’». Mas Jesus olhou em volta, para ver quem O tinha tocado. A mulher, assustada e a tremer, por saber o que lhe tinha acontecido, veio prostrar-se diante de Jesus e disse-Lhe a verdade. Jesus respondeu-lhe: «Minha filha, a tua fé te salvou». Ainda Ele falava, quando vieram dizer da casa do chefe da sinagoga: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Mas Jesus, ouvindo estas palavras, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; basta que tenhas fé». E não deixou que ninguém O acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, Jesus encontrou grande alvoroço, com gente que chorava e gritava. Ao entrar, perguntou-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Jesus, depois de os ter mandado sair a todos, levando consigo apenas o pai da menina e os que vinham com Ele, entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: «Talita Kum», que significa: «Menina, Eu te ordeno: Levanta-te». Ela ergueu-se imediatamente e começou a andar, pois já tinha doze anos. Ficaram todos muito maravilhados. Jesus recomendou-lhes insistentemente que ninguém soubesse do caso e mandou dar de comer à menina. 
Palavra da salvação. 


EVANGELHO – Forma breve Mc 5, 21-24.35b-43 
«Menina, Eu te ordeno: Levanta-te» 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos 
Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado de barco para a outra margem do lago, reuniu-se uma grande multidão à sua volta, e Ele deteve-Se à beira-mar. Chegou então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Ao ver Jesus, caiu a seus pés e suplicou-Lhe com insistência: «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus foi com ele, seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. Entretanto, vieram dizer da casa do chefe da sinagoga: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Mas Jesus, ouvindo estas palavras, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; basta que tenhas fé». E não deixou que ninguém O acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, Jesus encontrou grande alvoroço, com gente que chorava e gritava. Ao entrar, perguntou-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Jesus, depois de os ter mandado sair a todos, levando consigo apenas o pai da menina e os que vinham com Ele, entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: «Talita Kum», que significa: «Menina, Eu te ordeno: Levanta-te». Ela ergueu-se imediatamente e começou a andar, pois já tinha doze anos. Ficaram todos muito maravilhados. Jesus recomendou-lhes insistentemente que ninguém soubesse do caso e mandou dar de comer à menina. 
Palavra da salvação.

Comunhão

"A minha alma louva o Senhor,
todo o meu ser bendiz o seu nome santo."
(Salmo 102, 1)

• A minha alma louva o Senhor – F. Santos (BML, 66-67 | CEC II, p. 67 | NCT, 254)
• A minha alma louva o Senhor – M. Carneiro (CVM, p. 164-165)


"Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim,
para que sejam em Nós confirmados na unidade e o mundo acredite que Tu Me enviaste."
(Salmo 102, 1)

• Eu vos rogo, ó Pai – J. A. Nunes (OCL)
• Pai Santo, consagra-os na verdade – F. Santos (CN, 789)
• Pai santo, eu rogo por aqueles – Ar. Oliveira (IAC, p. 429)
• Pai santo, guarda no Teu nome – M. Simões (CEC II, p. 56 | NRMS, 116)

[Outras Sugestões]

• Em vós, Senhor, está a fonte da vida – Az. Oliveira (CPE, p. 153 | IC, p. 436 | NRMS, 67, 143)
• Em Vós, Senhor, está a fonte da vida – A. Cartageno (ENPL, XIII)
• Em Vós, Senhor, está a fonte da vida – Ar. Oliveira
• Eu vim para que tenham vida – F. Silva (CEC II, p. 131-132 | IC, p. 445 | NRMS, 70)
Pós Comunhão
• Cantarei ao Senhor enquanto viver – E. Amorim (ENPL, XLIV)
• Cantarei ao Senhor enquanto viver – C. Silva (OC, p. 58)
• O Senhor salvou-me – C. Silva (OC, p. 220 | CN, 745)
[BML] Boletim de Música Litúrgica, Serviço Diocesano de Música Litúrgica, Porto.
[CEC II] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1999.
[CN] Cantoral Nacional para Liturgia, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2019..
[CPE] Cânticos para as Exéquias, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2008.
[CPM] Pe. José Fernandes da Silva - Cânticos para Missa, Edição do autor.
[CVM] Pe. Miguel Carneiro - É Cristo que vive em mim: Cânticos para o tempo comum, Paulus Editora, Lisboa, 2011.
[ENPL] Guiões dos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica, Fátima.
[IAC] Pe. Artur Oliveira - In Aeternum Cantabo, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[IC] A Igreja Canta, 2.ª ed, Comissão Bracarense de Música Sacra, 2005.
[NCT] Novo Cantemos Todos, Editorial Missões, Cucujães,1990.
[NRMS] Nova Revista de Música Sacra, Comissão Bracarense de Música Sacra, Braga.
[OC] Con. Carlos da Silva - Orar Cantando, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2001.
[OCL] Pró-manuscrito , publicado pelo site O Canto na Liturgia.
[RBP] Pe. Miguel Carneiro - Ressuscitou o Bom Pastor, Paulus Editora, Lisboa, 2007.
[SDLG] Secretariado Diocesano de Liturgia da Guarda, -.
[SRAO A] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano A, Música Sacra, Braga, 1989.
[SRAO B] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano B, Música Sacra, Braga, 1990.
[SRAO C] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano C, Música Sacra, Braga, 1991.
[SRMC A] Pe. Miguel Carneiro - Eu Vos Louvarei, Senhor: Salmos Responsoriais – Ano A, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC B] Pe. Miguel Carneiro - Deus fez maravilhas: Salmos Responsoriais – Ano B, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC C] Pe. Miguel Carneiro - Povo do Senhor, exulta e canta: Salmos Responsoriais – Ano C, Paulus Editora, Lisboa, 2009.
[SRML] Pe. Manuel Luís - Salmos Responsoriais e Aclamações ao Evangelho, Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa, Lisboa, 1997.