Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo | Ano C

Antífona de Entrada
Salmo Responsorial
Sequência
Aclamação ao Evangelho
Apresentação dos Dons
Antífona de Comunhão
Pós-Comunhão
Final
Procissão Eucarística
Antífona de Entrada

[Salmo 80, 17]
"O Senhor alimentou o seu povo com a flor da farinha
e saciou-o com o mel do rochedo."

Da flor da farinha os alimentouM. Carneiro (CEC II, p. 166 | IC, p. 421 | NRMS, 37)
O Senhor alimentou o seu povoM. Carneiro (RBP, 203-206)
O Senhor alimentou o seu povoM. Luís (CAC, p. 472)
O Senhor alimentou o seu povo F. Santos (BML, 137)
O Senhor alimentou-nosC. Silva (CEC II, p. 165 | IC, p. 504 | NRMS, 60 | OC, p. 177)
Leitura I

Gen 14, 18-20 
«Ofereceu pão e vinho» 
Melquisedec, que sai ao encontro de Abraão de regresso dum combate, dirigindo uma acção de graças a Deus e oferecendo pão e vinho, é, segundo o Salmo 109, a figura do futuro Messias, Sacerdote e Rei. Na sua oferenda, a tradição cristã, a partir de S. Cipriano, vê um verdadeiro sacrifício, tipo do Sacrifício Eucarístico. Ao mencionar, no Cânon romano «a oblação de Melquisedec, sumo sacerdote», a Liturgia faz sua esta interpretação. 

Leitura do Livro do Génesis 
Naqueles dias, Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho. Era sacerdote do Deus Altíssimo e abençoou Abraão, dizendo: «Abençoado seja Abraão pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da terra. Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou nas tuas mãos os teus inimigos». E Abraão deu-lhe a dízima de tudo. 
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Salmo 109 (110), 1-4 (R. 4bc) 

O Senhor é sacerdote para sempre. 

Ou: Tu és sacerdote para sempre, 
segundo a ordem de Melquisedec. 

Disse o Senhor ao meu Senhor: 
«Senta-te à minha direita, 
até que Eu faça de teus inimigos escabelo de teus pés.  

O Senhor estenderá de Sião 
o ceptro do teu poder 
e tu dominarás no meio dos teus inimigos.  

A ti pertence a realeza desde o dia em que nasceste 
nos esplendores da santidade, 
antes da aurora, como orvalho, Eu te gerei».  

O Senhor jurou e não Se arrependerá: 
«Tu és sacerdote para sempre, 
segundo a ordem de Melquisedec». 
 

O Senhor é sacerdote para sempreM. Luís (SRML, p. 334-335)
O Senhor é sacerdote para sempreM. Carneiro (SRMC C, p. 82-83)
O Senhor é sacerdote para sempreAz. Oliveira (SRAO C, p. 176-177)
Tu és sacerdote | O Senhor é sacerdoteAr. Oliveira (SRF II, p.12 | SRF IV, p.10 | SRF V, p.161 | IAC, p.384)
Leitura II

Cor 11, 23-26 
«Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, 
anunciareis a morte do Senhor» 
A Eucaristia, hoje como no ano 57, em que Paulo nos fala da sua instituição, é um convívio festivo, mas é muito mais do que uma confraternização. Na verdade, celebrar a Eucaristia, segundo a vontade de Cristo, é participar no Seu Sacerdócio eterno e é celebrar a Sua Morte e celebrá-la unidos a Ele, em Sua «memória», isto é, para que Deus, hoje, nos salve; é participar da Sua vida de Ressuscitado, comendo o Seu Corpo e bebendo o Seu Sangue; é unir-nos a Ele, que quer prosseguir em nós a obra da Redenção, e unir-nos ao Seu Corpo, que é a Igreja; é anunciar, através do tempo, a Sua Morte, na expectativa amorosa da libertação definitiva, no mundo novo do Reino de Deus. 

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios 
Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim». Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha». 
Palavra do Senhor.

Sequência

Terra, exulta de alegria, 
Louva teu pastor e guia,
Com teus hinos, tua voz.

Quanto possas tanto ouses, 
Em louvá-l’O não repouses:
Sempre excede o teu louvor.

Hoje a Igreja te convida: 
O pão vivo que dá vida
Vem com ela celebrar.

Este pão – que o mundo creia 
–Por Jesus na santa ceia
Foi entregue aos que escolheu.

Eis o pão que os Anjos comem 
Transformado em pão do homem;              
Só os filhos o consomem: 
Não será lançado aos cães.

Em sinais prefigurado, 
Por Abraão imolado,
No cordeiro aos pais foi dado, 
No deserto foi maná.

Bom pastor, pão da verdade, 
Tende de nós piedade,
Conservai-nos na unidade, 
Extingui nossa orfandade
E conduzi-nos ao Pai.

Aos mortais dando comida, 
Dais também o pão da vida: 
Que a família assim nutrida 
Seja um dia reunida 
Aos convivas lá do Céu. 
Amen. Aleluia.

 

Terra exulta de alegriaM. Faria (BML, 46)
Terra exulta de alegriaJ. Geada (SDLG)
Terra exulta de alegriaF. Santos (COM, p. 105)
Terra exulta de alegriaC. Silva (COM, p. 103 | OC, p. 246)
Terra exulta de alegriaF. Santos (CP III, p. 40)
Terra exulta de alegriaM. Carneiro (OCL)
Terra exulta de alegriaI. Rodrigues
Aclamação ao Evangelho

[Jo 6, 51]
Eu sou o pão vivo descido do Céu, diz o Senhor. 
Quem comer deste pão viverá eternamente.  
 

Evangelho

Lc 9, 11b-17 
«Comeram e ficaram saciados» 
Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto. 
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade. 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 
Naquele tempo, estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus e a curar aqueles que necessitavam. O dia começava a declinar. Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a multidão para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais próximos, pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de comer». Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes... Só se formos nós mesmos comprar comida para todo este povo». Eram de facto uns cinco mil homens. Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Assim fizeram e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronunciou sobre eles a bênção. Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram. 
Palavra da salvação.

Apresentação dos Dons
Corpo de Deus, Pão da vidaAz. Oliveira (NRMS, 138)
Adoro devotamenteS. Alves (CN, 182)
Adoro te devoteC. Gregroriano (CN, 183)
Aquela eterna fonteF. Santos (CCE, p.17 | ENPL, XLI)
Bendito sejas, SenhorA. Cartageno (NRMS, 129)
Corpus Domini nostriM. S. Santos (RAM, 8)
Devotamente eu te adoroJ. Santos (IC, p. 528 | NRMS, 77-79)
Ecce PanisM. S. Ribeiro (RAM, 6)
Encheis a terra, SenhorP. Miranda (RAM, 6)
Ó sacrossanta HóstiaJ. Santos (NRMS, 77-79)
O Sacrum ConviviumL. Molfino
Ó sagrado banqueteM. Carneiro (NRMS, 149)
Ó Sagrado BanqueteC. Silva (OC, p. 175)
Ó verdadeiro Corpo do SenhorC. Silva (CPD | IC, p.512 | NCT, 269 | NRMS, 42 e 131 | CN)
Ó Verdadeiro Corpo do SenhorM. Simões (IC, p. 511 | NRMS, 7)
Oh sagrado banqueteAz. Oliveira (IC, p. 865 | LHC II, p. 733 | NRMS, 77-79)
Oh sagrado banqueteF. Santos (LHC II, p. 734)
Oh sagrado banqueteM. Faria (LHC II, p. 731)
Senhor, Tu és o PãoG. Kirbye (CEC II, p. 170)
Somos o novo Israel [Jesus Cristo Amen] F. Santos (BML, 22 | NCT, 122)
Antífona de Comunhão

«Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue
permanece em Mim e Eu nele, diz o Senhor.» 
(Cf. Jo 6, 57)

Quem come a minha carneC. Silva (CEC II, p. 78 | CPE, p. 162 | NCT, 422 | OC, p. 215)
Quem come a minha carneF. Santos (BML, 155-156)
Quem come a minha carneJ. A. Nunes (VMM, p. 75-76)
Quem come a minha carneJ. Geada (SDLG)
Quem come a minha carneJoão Santos (SDLP)
Quem come a minha carneM. Carneiro (CVM, p. 118-119 | RBP, p. 207-209)
Quem come a minha carneM. Simões (BML, 37 | CEC II, p. 167-168)
Quem come a minha carneAr. Oliveira
Quem come a minha carneF. Silva (CPM, 1984)

[Outras Sugestões] (Do Evangelho)

Dai-lhes vós mesmos de comerP. Cruz (OCL)

[Outras Sugestões]

A minha carne é verdadeira comidaF. Silva (IC, p. 365-366 | NRMS, 102)
Bendito sejas, SenhorA. Cartageno (NRMS, 129)
Como é suave, SenhorM. Luís (IC, p. 416 | NCT, 384 | NRMS, 36)
Do Céu nos destes, Senhor, o pãoF. Santos (BML, 103-104 | CEC II, p. 92-93)
Encheis a terra, SenhorP. Miranda (RAM, 6)
Eu sou o pão da vidaM. Luís (CAC, p. 393 | CEC II, p. 93 | NCT, 261)
Eu sou o pão da vidaM. Simões (SC I)
Eu sou o pão da vidaB. Sousa (CEC II, p. 20 | NCT, p. 262)
Eu sou o pão vivoB. Terreiro (FE, p.35)
Eu sou o Pão vivoC. Silva (CEC II, p. 103 | CPE, p. 157 | IC, p. 443 | NCT, 263 | NRMS, 36 | OC, p. 111)
Eu Sou o Pão VivoD. Morgado (OCL)
Eucaristia, celeste alimentoS. Stuligtosz (OCL)
Isto é o meu corpoAz. Oliveira (SDLP)
Isto é o meu corpoF. Santos (ENPL, XXXVI)
Isto é o meu corpoF. Santos (BML, 95)
Isto é o meu corpoJ. Geada (SDLG)
Isto é o meu corpoM. Carneiro (RBP, p. 76-78)
Isto é o meu corpoC. Silva (OC, p. 138)
Isto é o meu corpoA. Pinto (LD, p. 30)
O Corpo de Jesus CristoF. Silva (CPM, 1991)
O Corpo de Jesus é alimentoA. Cartageno (CEC I, p. 115-116 | NRMS, 60)
O Eterno Pai [Felizes os convidados]M. Luís (BML, 45 | CEC II, p. 169)
O Pão de DeusJ. Santos (IC, p. 498 | NRMS, 62)
O vosso Corpo é o PãoJ. Santos (IC, p. 513 | NRMS, 77-78)
Quem come a minha carneC. Silva (CEC II, p. 78 | CPE, p. 162 | NCT, 422 | OC, p. 215)
Quem come a minha carneF. Santos (BML, 155-156)
Quem come a minha carneJ. A. Nunes (VMM, p. 75-76)
Quem come a minha carneJ. Geada (SDLG)
Quem come a minha carneJoão Santos (SDLP)
Quem come a minha carneM. Carneiro (CVM, p. 118-119 | RBP, p. 207-209)
Quem come a minha carneM. Simões (BML, 37 | CEC II, p. 167-168)
Quem come a minha carneAr. Oliveira
Quem come a minha carneF. Silva (CPM, 1984)
Quem come deste pãoJ. S. Bach (OC, p. 216-217)
Quem come deste pão - IM. Luís (CAC, p. 408 | NCT, 46)
Quem come deste pão - IIM. Luís (CAC, p. 409)
Quem comer deste pãoC. Silva (NCT, 272 | OC, p. 218)
Tomai e comeiF. Silva (CEC I, p. 112-113 | NRMS, 25)
Vós sois o pão vivo, SenhorF. Santos (BML, 155-156)
Vós sois o pão vivo, SenhorF. Silva (CEC II, p. 94-96 | IC, p. 597-598 | NRMS, 90-91)
Pós-Comunhão
Corpo de Deus, Pão da vidaAz. Oliveira (NRMS, 138)
Aquela eterna fonteF. Santos (CCE, p.17 | ENPL, XLI)
Bendito sejas, SenhorA. Cartageno (NRMS, 129)
Celebremos o mistérioF. Santos (BML, 25)
Celebremos o mistérioC. Silva (OC, p. 61)
Celebremos o mistérioF. Freitas (NRMS, 9-10 - I)
Celebremos o mistério F. Silva (IC, p. 412 | NRMS, 77-79)
Como é suave, SenhorM. Luís (IC, p. 416 | NCT, 384 | NRMS, 36)
Corpus Domini nostriM. S. Santos (RAM, 8)
Do Céu nos destes, Senhor, o pãoF. Santos (BML, 103-104 | CEC II, p. 92-93)
Encheis a terra, SenhorP. Miranda (RAM, 6)
Eucaristia, celeste alimentoS. Stuligtosz (OCL)
Isto é o meu corpoAz. Oliveira (SDLP)
Isto é o meu corpoF. Santos (ENPL, XXXVI)
Isto é o meu corpoF. Santos (BML, 95)
Isto é o meu corpoJ. Geada (SDLG)
Isto é o meu corpoM. Carneiro (RBP, p. 76-78)
Isto é o meu corpoC. Silva (OC, p. 138)
Isto é o meu corpoA. Pinto (LD, p. 30)
O Pão de DeusJ. Santos (IC, p. 498 | NRMS, 62)
Ó sacrossanta HóstiaJ. Santos (NRMS, 77-79)
Ó sagrado banqueteM. Carneiro (NRMS, 149)
Ó Sagrado BanqueteC. Silva (OC, p. 175)
O Senhor deu-lhes o pão do céuC. Silva (OC, p. 179)
O Senhor deu-lhes o pão do céuAz. Oliveira (SRAO B, p. 140-141)
O Senhor deu-lhes o pão do céuM. Carneiro (SRMC B, p. 116-117)
O Senhor deu-lhes o pão do céuAr. Oliveira (IAC, p. 365)
O Senhor deu-lhes o pão do CéuF. Santos (BML, 58-59)
O Senhor deu-lhes o pão do CéuM. Luís (SRML, p. 230 | CN, 760)
Ó verdadeiro Corpo do SenhorC. Silva (CPD | IC, p.512 | NCT, 269 | NRMS, 42 e 131 | CN)
Ó Verdadeiro Corpo do SenhorM. Simões (IC, p. 511 | NRMS, 7)
O vosso Corpo é o PãoJ. Santos (IC, p. 513 | NRMS, 77-78)
Oh sagrado banqueteAz. Oliveira (IC, p. 865 | LHC II, p. 733 | NRMS, 77-79)
Oh sagrado banqueteF. Santos (LHC II, p. 734)
Oh sagrado banqueteM. Faria (LHC II, p. 731)
Pai nosso que estais no CéuM. Luís (CAC, p. 404-407)
Porque ele está connoscoF. Santos (BML, 75; 135-136 | LHC I, p. 54-55)
Saciastes o vosso povoF. Silva (CEC II, p. 90-91 | IC, p. 546 | NRMS, 90-91)
Senhor, Tu és o PãoG. Kirbye (CEC II, p. 170)
Somos o novo Israel [Jesus Cristo Amen] F. Santos (BML, 22 | NCT, 122)
Vós sois o pão vivo, SenhorF. Santos (BML, 155-156)
Vós sois o pão vivo, SenhorF. Silva (CEC II, p. 94-96 | IC, p. 597-598 | NRMS, 90-91)
Final
Pai nosso que estais no CéuM. Luís (CAC, p. 404-407)
Somos o novo Israel [Jesus Cristo Amen] F. Santos (BML, 22 | NCT, 122)
Procissão Eucarística

Nota:

«Nesta Celebração destaca-se, como é próprio do tempo em que nasceu, uma Procissão pelas ruas de cada terra. 
Manifestação pública da nossa fé, esta Procissão é o anúncio explícito da afirmação da certeza de que Jesus é Aquele que dá sentido ao caminho da nossa própria vida.

Quinta-Feira Santa é o dia da instituição da Eucaristia. Antecipação da paixão, morte e ressurreição do Senhor, ela é a expressão da grandeza do mistério pascal, no que ele significa de plenitude de Amor de Deus por todos e cada um de nós. Enquanto centro da vida cristã, é dela que tudo brota e para onde tudo se encaminha. E foi certamente por isso que a Igreja sentiu necessidade de lhe dedicar mais um dia de festa: a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, vulgarmente conhecida por Corpo de Deus, instituída pelo Papa Urbano IV em 1264 e celebrada 60 dias depois da Páscoa, na segunda quinta-feira a seguir ao Pentecostes.» (In Patriarcado de Lisboa)

Como contributo para uma melhor vivência espiritual desta manifestação pública de fé, nas comunidades onde esta se realiza, apresentamos um conjunto de cânticos possíveis:

 

 

  • Procissão
Bendito e louvado sejaPopular (CPD | CN, 246)
Bendito sejas, SenhorA. Cartageno (NRMS, 129)
Como o veado anseiaM. Luís (CAC, p. 263-264 | CEC II, p. 110-112 | NCT, 160)
Eu sou o pão da vidaM. Simões (SC I)
Eu sou o pão da vidaB. Sousa (CEC II, p. 20 | NCT, p. 262)
Eu sou o pão da vidaAr. Oliveira (IAC, p. 223)
Eu sou o pão vivoB. Terreiro (FE, p.35)
Eu sou o Pão vivoC. Silva (CEC II, p. 103 | CPE, p. 157 | IC, p. 443 | NCT, 263 | NRMS, 36 | OC, p. 111)
Eu Sou o Pão VivoD. Morgado (OCL)
Glória a Ti, Jesus CristoC. Silva (OC, p. 127)
Lauda JerusalemT. Decker
Meu Deus eu creioA. Brás (NRMS, 1)
Meu Deus eu creioC. Silva (CPD | CN, p. 611 | OC_2, p. 179)
Meu Deus eu creioPopular (NCT, 697 | CN, 610)
Nós Te adoramosS. Vicente (OCL)
O Corpo de Jesus é alimentoA. Cartageno (CEC I, p. 115-116 | NRMS, 60)
O Senhor alimentou-nosC. Silva (CEC II, p. 165 | IC, p. 504 | NRMS, 60 | OC, p. 177)
Ó verdadeiro Corpo do SenhorC. Silva (CPD | IC, p.512 | NCT, 269 | NRMS, 42 e 131 | CN)
Pai nosso que estais no CéuM. Luís (CAC, p. 404-407)
  • Antes da Benção com o Santíssimo Sacramento
Celebremos o mistérioF. Santos (BML, 25)
Celebremos o mistérioC. Silva (OC, p. 61)
Celebremos o mistérioF. Freitas (NRMS, 9-10 - I)
Celebremos o mistério F. Silva (IC, p. 412 | NRMS, 77-79)
Tantum ErgoC. Gregroriano (NCT, 171)
Tantum ErgoM. Faria (Libellus, 5)
Tantum ErgoPlanque (CPD | ENPL, XXX | CN, 945)
Veneremos, adoremosA. Cartageno (NRMS, 113-114)
Veneremos, adoremosM. Faria (IC, p. 811-812 | NRMS, 6)
Veneremos, adoremosAz. Oliveira (NRMS, 113-114)
Veneremos, adoremosF. Freitas (NRMS, 9 - I)
Veneremos, adoremosM. Carvalho (NRMS, 113-114)
Veneremos, adoremosJ. Santos (NRMS, 149)
Veneremos, adoremosM. Simões (SC I, p. 72)
Veneremos, adoremosS. Marques (NRMS, 113-114)
Veneremos, adoremos IIM. Faria (IC, p. 812 | NRMS, 77-79)
  • Reposição do Santíssimo Sacramento
Louvai, louvai o SenhorF. Silva (CEC II, p. 60-62 | IC, p. 322-323 | NRMS, 85)
Louvai o Senhor, povos de toda a terraA. Cartageno (CEC II, p. 63-64)
Louvai o Senhor, povos de toda a terraF. Santos (BML, 66-67 | CEC II, p. 62-63)
Louvai o Senhor, povos de toda a terraF. Silva (IC, p. 469 | NRMS, 73-74)
Louvai o Senhor, povos de toda a terraS. Marques (IC, p. 470 | NRMS, 90-91)
Louvai o Senhor, povos de toda a terraAr. Oliveira (IAC, p. 305)
Povos da terra, louvai ao SenhorM. Simões (IC, p. 530 | NRMS, 55)
[BML] Boletim de Música Litúrgica, Serviço Diocesano de Música Litúrgica, Porto.
[CAC] Pe. Manuel Luís - Cânticos da Assembleia Cristã, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2006.
[CCE] Cânticos para o Culto Eucarístico, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2013.
[CEC I] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 1, 3.ª ed, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2007.
[CEC II] Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1999.
[CN] Cantoral Nacional para Liturgia, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2019..
[COM] Cânticos do Ordinário da Missa, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2016.
[CP III] Con. António Ferreira dos Santos - Canto Perene, vol. 3, Secretariado Diocesano de Liturgia, Porto, 2003.
[CPD] Canta Povo de Deus, 5ª Edição, Santuário de Fátima, 2008.
[CPE] Cânticos para as Exéquias, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2008.
[CPM] Pe. José Fernandes da Silva - Cânticos para Missa, Edição do autor.
[CVM] Pe. Miguel Carneiro - É Cristo que vive em mim: Cânticos para o tempo comum, Paulus Editora, Lisboa, 2011.
[ENPL] Guiões dos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica, Fátima.
[FE] Pe. Bernardo Terreiro, Pe. Álvaro Terreiro - Fátima e a Eucaristia, Guarda, 2009.
[IAC] Pe. Artur Oliveira - In Aeternum Cantabo, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2021.
[IC] A Igreja Canta, 2.ª ed, Comissão Bracarense de Música Sacra, 2005.
[LD] Pe. Ângelo Ferreira Pinto - Louvai a Deus - Coletânea de cânticos, Paróquia de São Mamede de Perafita, 2000.
[LHC I] Liturgia das Horas: Edição para Canto, vol. 1, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 1997.
[LHC II] Liturgia das Horas: Edição para Canto, vol. 2, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2003.
[Libellus] Libellus - Revista de Música Sacra, Libellus Usualis - Divulgação de Música Sacra.
[NCT] Novo Cantemos Todos, Editorial Missões, Cucujães,1990.
[NRMS] Nova Revista de Música Sacra, Comissão Bracarense de Música Sacra, Braga.
[OC] Con. Carlos da Silva - Orar Cantando, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2001.
[OC_2] Con. Carlos Silva - Ora Cantando, 2ª edição, Secretariado Nacional de Liturgia, Fátima, 2014.
[OCL] Pró-manuscrito , publicado pelo site O Canto na Liturgia.
[RAM] Revista da Academia Martiniana, Coimbra.
[RBP] Pe. Miguel Carneiro - Ressuscitou o Bom Pastor, Paulus Editora, Lisboa, 2007.
[SC I] Pe. Manuel Simões - Salmos e Cânticos, vol. 1, Instituto Nun’Alvres, Caldas da Saúde, 1970.
[SDLG] Secretariado Diocesano de Liturgia da Guarda, -.
[SDLP] Secretariado Diocesano de Liturgia do Porto, .
[SRAO B] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano B, Música Sacra, Braga, 1990.
[SRAO C] Pe. António Azevedo de Oliveira - Salmos Responsoriais: Ano C, Música Sacra, Braga, 1991.
[SRF II] Pe. Artur Ribeiro de Oliveira - Salmos Responsoriais Feriais, vol. 2 | Anos Impares, Edição do Autor, 2011.
[SRF IV] Pe. Artur Ribeiro de Oliveira - Salmos Responsoriais Feriais, vol. 4 | Santoral, Comuns e V. S. Maria, Edição de Autor, 2013.
[SRF V] Pe. Artur Ribeiro de Oliveira - Salmos Responsoriais Feriais, vol. 5 | Rituais, Votivas, Defuntos e Div. Circunstâncias, Edição de Autor, 2013.
[SRMC B] Pe. Miguel Carneiro - Deus fez maravilhas: Salmos Responsoriais – Ano B, Paulus Editora, Lisboa, 2008.
[SRMC C] Pe. Miguel Carneiro - Povo do Senhor, exulta e canta: Salmos Responsoriais – Ano C, Paulus Editora, Lisboa, 2009.
[SRML] Pe. Manuel Luís - Salmos Responsoriais e Aclamações ao Evangelho, Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa, Lisboa, 1997.
[VMM] Alfredo Teixeira, João Andrade Nunes - Vimos do Mar e da Montanha, Paulus Editora, Lisboa, 2020.